Este é um artigo redigido com a finalidade de ser avaliado pelos professores do Mestrado em Comunicação e Cultura da UFRJ. Gosto do mesmo, principalmente pelo caráter semipremonitório ao seu final, quando já em 2002 afirmava a inocência de Saddam Hussein com relação ao episódio em causa. Qualquer pessoa minimamente cautelosa com relação à cobertura jornalística e seu conteúdo ideológico, à época, poderia tirar a mesma conclusão. Daí a importância da autonomia da consciência. Ousa saber, diz o slogan iluminista.
Memórias Egoístas: O ‘11 de setembro’ um ano depois, no canal People & Arts


